sexta-feira, 8 de outubro de 2010

IMAGINE SE FOSSE LETRADO...


Contra as trevas, conhecimento!

Muito legal, nesta hora em que a gente assiste tanta manipulação e uso de “especialistas” para manipular o que a gente recebe de informação. Veja que os cientistas de verdade estão produzindo conhecimento como nunca, recebendo apoio do Governo brasileiro.

A informação veio com a dica preciosa do Maurício, nosso comentarista, e mostra a relevância que o Brasil ganhou em todos os setores durante o governo Lula. Uma matéria publicada na revista Nature, referência mundial em ciência e medicina, destaca os investimentos feitos em pesquisas científicas nos últimos oito anos e afirma que Dilma poderá fazer ainda mais pela ciência brasileira.

Sob o título “Ciência está segura nas eleições no Brasil” e o subtítulo “Improvável que próximo chefe de estado modifique o status quo”, a matéria da Nature publicada hoje diz que os cientistas brasileiros esperam que as eleições de 3 de outubro tragam as menores mudanças possíveis no setor. “Depois de quase uma década de um apoio sólido do presidente Lula à ciência, sua provável sucessora, Dilma Roussef, gera altas expectativas.

A revista ressalta que a educação formal de Lula pode ter sido deficiente, mas durante seu mandato, ele elevou o status da ciência no Brasil por meio de um aumento constante nos fundos para pesquisa (veja o gráfico) em relação ao PIB.

“Ele também aumentou o perfil científico do Brasil escrevendo numerosos editoriais sobre as iniciativas brasileiras relacionadas ao desenvolvimento científico, incluindo um no Scientific American em 2008″, destaca a revista.

Cientistas e pesquisadores ouvidos salientaram a importância do governo Lula para a inclusão da ciência na agenda política, e a Nature estima que Dilma poderá fazer ainda mais que seu antecessor. “Ela provavelmente poderá ir além em algumas discussões que se travam no momento, como a integração entre as políticas de ciência e tecnologia e a política de saúde”, avaliou Eduardo Viotti, da Universidade de Columbia, em Nova York, conselheiro do Senado brasileiro em política científica.

A matéria da Nature revela que não é preciso ser da Sorbone para enxergar as necessidades de um país e entender a importância da pesquisa científica e tecnológica para o desenvolvimento. Com sua formação de operário, Lula conquistou muito mais para a ciência que o seu letrado e “sabidíssimo” antecessor, FHC.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

SERRA CONTRA A LICENÇA MATERNIDADE


Serra impediu a concessão da licença maternidade de 6 meses em São Paulo


Serra impediu a concessão da licença maternidade de 6 meses em São Paulo

“Serra votou em branco, se omitiu, na votação da Constituinte Cidadã que garantiu a licença paternidade de cinco dias. Como prefeito da capital e depois como governador do Estado de São Paulo, não concedeu a licença maternidade de 6 meses para as servidoras públicas municipais e estaduais da cidade e do estado mais rico do país. A participação do pai deve ser cada vez maior junto aos filhos e a Organização Mundial de Saúde recomenda que as mães tenham licença maternidade de pelo menos 180 dias (6 meses) assegurando o aleitamento materno e diminuindo a mortalidade infantil no primeiro ano de vida”, denuncia a CMB.

Ao contrário de Serra e do governo do PSDB, lembra a entidade que “Lula, com Dilma na coordenação de seu governo, aumentou a licença maternidade de 120 dias (4 meses) para 180 dias (6 meses) para as servidoras públicas federais. Deu incentivos fiscais para as empresas privadas que concederem os 6 meses às suas funcionárias criando o Programa Empresa Cidadã”.Cm informações do Hora do Povo

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

DILMA EM 1º LUGAR COM 47,5 MILHÕES DE VOTOS!

Dilma vai para segundo turno com 47,5 milhões de votos

A candidata petista acompanhou a apuração dos votos no Palácio da Alvorada, ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Com 99,76% das urnas apuradas, Dilma tem 46,87% (47.532.695) dos votos e Serra, 32,63% (33.086.757).

Por CF, com agências
Domingo, 3 de outubro de 2010

A exemplo das campanhas disputadas pelo atual presidente Luís Inácio Lula da Silva, em 2002 e 2006, a candidata petista disse que irá encarar a com muita energia o pleito pela vaga no Planalto.

Acompanhada da coordenação de sua campanha e do seu vice, deputado Michel Temer (PMDB), a candidata do PT, Dilma Rousseff, se mostrou confiante, no pronunciamento que fez na noite deste domingo, em Brasília. “Vou encarar esse segundo turno com muita garra e muita energia”, disse a candidata, que chegou a ser apontada nas pesquisas como vencedora no primeiro turno.

“Somos bastante guerreiros, acostumados a desafios, e somos bons de chegada. Tradicionalmente, a gente [o PT] tem desempenhado muito bem no segundo turno e eu considero que esse segundo turno será um processo muito importante de diálogo com a população e com todos os representantes da sociedade civil”, afirmou Dilma.

A candidata petista acompanhou a apuração dos votos no Palácio da Alvorada, ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Com 99,76% das urnas apuradas, Dilma tem 46,87% (47.532.695) dos votos e Serra, 32,63% (33.086.757).

A petista disse que seu pronunciamento era também para agradecer os votos que obteve no primeiro turno. Ela também citou seus adversários políticos, José Serra e Marina Silva, e agradeceu pela disputa, que ela chamou de “momento especial” de sua vida.

Dilma disse ainda que quer enfatizar os seus projetos de erradicação da miséria e de crescimento do país a taxas elevadas. “Nossa tarefa é fazer com que 190 milhões de brasileiros possam desfrutar do Brasil”.

O segundo turno será realizado no dia 31 deste mês.

PRONUNCIAMENTO DE DILMA

DILMA RUMO À VITÓRIA NO 2º TURNO!

Dilma chega em vantagem ao 2º turno e Serra tem obstáculos para “virada”

“Sucessão de erros” prejudicou tucano, que irá disputar eleitores de Marina Silva

Agência Estado e Julia Chequer/R7 03.10.2010

Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) voltarão a se enfrentar no dia 31 de outubro

Do R7

Após receber quase 47% dos votos e ficar em primeiro lugar na votação presidencial deste domingo (3) a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, enfrentará o segundo turno das eleições com a vantagem de ter conseguido se mostrar aos eleitores como continuadora do atual governo, dizem especialistas ouvidos pelo R7.

Já para o tucano, que tentará “virar” nas urnas o resultado no próximo dia 31, a “missão” é mais difícil do que ele pensa, avaliam os analistas ouvidos sobre os cenários da segunda fase da disputa pelo Planalto.

Na votação deste domingo (3), Dilma obteve 14,5 milhões de votos a mais do que Serra, que teve pouco mais de 32% dos votos. O segundo turno ocorreu graças à votação obtida por Marina Silva (PV), que conseguiu votos de 19% do eleitorado.

Enquanto Serra deve encarar essa etapa da disputa como uma “segunda chance”, a campanha petista não deve sofrer grandes alterações em relação ao primeiro turno.

Isso porque, na avaliação dos especialistas, Dilma foi “feliz” ao se apresentar ao eleitor como a opção da “continuidade” do governo Lula, estratégia que deve ser mantida agora, como explica o cientista político Carlos Ranulfo, da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).

Confira Também

- A maior explicação [para o crescimento de Dilma] foi o fator governo. [...] A Dilma representa uma continuidade de governo Lula.

Apesar de ter crescido graças, em grande parte, à popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à boa avaliação do governo, Dilma conseguiu construir uma “imagem própria” ao longo da campanha, avalia cientista política Maria do Socorro Sousa Braga, da Ufscar (Universidade Federal de São Carlos).

- O Lula teve um desempenho brilhante na medida em que conseguiu transferir para ela, em votos, sua popularidade. [...] Mas para chegar nesse nível, para conseguir se eleger no primeiro turno, ela teve um crescimento próprio. Ela se construiu nesse período, ela cresceu muito.

Desafios de Serra


Nesta etapa, a campanha de Serra deverá tentar superar a “sucessão de erros” obtida ao longo da campanha. A começar pela demora em escolher um vice, o que gerou um mal-estar com os demais partidos da coligação, lembra Maria do Socorro.

- Foram tantos erros. [...] Mas a escolha do vice foi crucial, porque quebrou dentro da própria campanha os apoios em torno da candidatura de Serra.

Sem conseguir convencer o ex-governador mineiro Aécio Neves (PSDB) para compor a chapa com Serra, a campanha acabou optando pelo deputado federal Indio da Costa (DEM-RJ), no final de junho. A demora na escolha, porém, gerou cobranças por parte de outros partidos coligados, como o PTB.

O desafio agora, diz a especialista da Ufscar, é conseguir voltar a motivar os aliados, já que, no primeiro turno, o próprio Roberto Jefferson (presidente do PTB,) declarou que votaria em Plínio de Arruda Sampaio (PSOL).

Outra tarefa que o tucano precisa enfrentar é em relação às propostas. Para Celso Roma, do Cedec (Centro de Estudos da Cultura Contemporânea), a falta de um programa de governo – o tucano apresentou à Justiça Eleitoral apenas discursos – não contribuiu para exaltar suas qualidades como administrador.

- [Serra precisa fazer] Tudo que ele não fez no primeiro turno. Ser mais propositivo. Apresentar programa de governo com propostas concretas para resolver os problemas sociais e econômicos do país. [...] E reforçar a imagem dele de bom administrador.

Carlos Ranulfo diz que Serra precisa se apresentar como alguém da oposição, ao contrário do que fez até agora.

- Ele não foi coerente, ficou falando que não olhava para o passado, mas só falou do passado. Não defendeu o governo do Fernando Henrique Cardoso [ex-presidente, também do PSDB]. Ele não conseguiu se sair bem porque não conseguiu encarnar um projeto de oposição.

Mas talvez o maior desafio do tucano seja tentar conquistar o eleitorado de Marina, cujo crescimento na reta final impulsionou o segundo turno. Isso porque, ainda não é possível avaliar se o eleitorado verde deve seguir o PSDB ou se deve migrar para a candidata do PT – partido de origem da ex-ministra do Meio Ambiente.

Os eleitores voltam para as urnas para escolher o próximo presidente da República no próximo dia 31.