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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

EDINHO COM DILMA: MINHA CASA MINHA VIDA ENTREGA CHAVES EM SÃO JOSÉ DO RIO PRETO






O deputado estadual e presidente do PT do estado de São Paulo, Edinho Silva esteve nesta sexta-feira, dia 10, em São José do Rio Preto para acompanhar a presidenta Dilma Rousseff na solenidade de entrega de 2.492 chaves das unidades habitacionais do Parque Nova Esperança. O governador Geraldo Alckmin, o presidente da Caixa Econômica Federal (CEF) Jorge Hereda, além de ministros, prefeitos e parlamentares também estiveram presentes.
As unidades, inseridas no Programa Minha Casa, Minha Vida, contemplam famílias com renda de zero a três salários mínimos. Estão instaladas em terrenos de 200 ², com área construída de 35 m² distribuídas em dois quartos, sala, cozinha, banheiro e área de serviço externa. O valor total de cada residência é de R$ 42 mil. As prestações serão de até R$ 50, ou 10% do salário mínimo. Das 2.492 famílias, 498 aguardam a finalização de análise de documentação realizada pela Caixa Econômica Federal.

O bairro já conta com asfalto e iluminação pública. Além disso, estão em processo de construção a Unidade de Saúde da Família do Parque Nova Esperança e escolas de ensino infantil e fundamental, com capacidade para receber até 1,6 mil alunos.

Edinho recepcionou a presidenta no aeroporto da cidade e, posteriormente, seguiu com a comitiva para o Residencial Parque Nova Esperança. Lá, uma multidão aguardava por Dilma. O deputado federal, Newton Lima e o estadual, João Paulo Rillo, também estiveram presentes. Essa é a primeira vez, em 32 anos, que um presidente da República visita Rio Preto.

O deputado elogiou o Governo Federal pelo programa, que atende aquelas famílias que mais precisam com moradias dignas e de qualidade. “A chave da casa própria é um sonho realizado. O “Minha Casa, Minha Vida” é, com certeza, o maior programa habitacional da história desse país”, ressaltou. Para Edinho, é fundamental que as unidades estejam instaladas em locais com toda a infraestrutura de pavimentação, rede de água, de coleta de esgoto e energia. “Em Araraquara, entregamos mais de 4 mil casas populares, maioria em parceria com a CEF, enfrentando o déficit habitacional e rompendo com um modelo injusto de moradias caras e sem infraestrutura”.

Aplaudida em diversos momentos, a presidenta Dilma falou sobre o esforço do Governo Lula em criar o Programa, garantindo a realização do sonho da casa própria a muitas famílias, além de ser uma alternativa importante para geração de emprego (em especial na área de construção civil) e combate à crise econômica internacional de 2008. O programa agora foi ampliado, a meta é a construção de 2 milhões de casas no Brasil.
“Vocês podem ter certeza de que esse é um programa que veio para ficar. E é por isso que, cada dia mais, nós estamos mais fortes para nos proteger, para fazer este país crescer quando a crise lá fora acontece, e nós vamos continuar aqui trabalhando, construindo casas, criando mais indústrias, mais emprego, fazendo a nossa parte, que é saber que este país é um país muito rico”, disse.

Para Dilma, as casas significam lares e famílias protegidas. “Enquanto houver uma família brasileira sem teto, nós, como nação, não teremos segurança. Nós teremos de garantir que as famílias possam olhar para o futuro com esperança e saber que o caminho da construção de um país passa pela capacidade que a gente tem de dar, para esses brasileirinhos e essas brasileirinhas, toda a oportunidade que, muitas vezes, seus pais e suas mães não tiveram”.
Infraestrutura

A UBSF do Parque Nova Esperança terá 590 metros quadrados, construída em terreno de área total de 3 mil metros quadrados para futuras ampliações, conforme a necessidade. A projeção é atender cerca 10 mil pessoas por mês e o valor do investimento é de R$ 1.361.755,89

O Semae instalou seis poços (para abastecer exclusivamente o Nova Esperança), uma estação elevatória, um reservatório com capacidade para 1,2 milhão de litros e toda a rede de água e esgoto. O investimento total da autarquia no residencial foi de R$ 4 milhões.

sábado, 6 de agosto de 2011

DILMA E LULA TÊM COMPROMISSO COM A POPULAÇÃO MAIS CARENTE - MAIS MORADIAS PARA OS BRASILEIROS



Dilma: É nosso dever assegurar que cada brasileiro tenha um lar




A presidente Dilma Rousseff destacou na sexta-feira (5) – durante a cerimônia de entrega de 1,5 mil novas moradias do programa Minha Casa, Minha Vida, em Juazeiro (BA) – que a entrega dos apartamentos significa cumprimento de uma obrigação do Estado brasileiro junto às populações mais pobres. “É um dever nosso assegurar que cada brasileiro, cada família brasileira tenha seu lar”.

Por Blog do Planalto
Sábado, 6 de agosto de 2011

Destinado a famílias com renda mensal de até R$ 1,6 mil, o empreendimento contou com recursos de R$ 61,04 milhões do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). “Quando vejo 1,5 mil casas sendo entregues, penso na mãe e nas crianças. Quando a gente tem essa grande oportunidade de ver uma chave sendo entregue para mulheres com filhos, tenho certeza de que o futuro desse país será melhor. Porque criança protegida, crianças com teto, com lar, assegura o presente, mas sobretudo, assegura o futuro desse país”, enfatizou a presidente.

Dilma ressaltou ainda que o Minha Casa Minha Vida é um programa que tem um objetivo fundamental: assegurar um lar para as famílias. Em sua visão, isso se traduz em acesso a condições fundamentais de vida. “[Um lar] é onde a gente cria os filhos, é onde a gente pode receber família e amigos, é onde (…) a gente pode desenvolver afeto”. Para ela, o melhor momento da gestão do programa é o da entrega das chaves, porque, em suas palavras, “é aí que começa a mudança na vida de quem recebeu”.

Ela lembrou que a meta estabelecida pelo programa até o fim de 2010, de um milhão de casas construídas ou em processo de construção, foi cumprida. Agora, segundo ela, a nova meta é construir pelo menos dois milhões de moradias até o fim de seu governo. “E vamos sempre olhar primeiro para os que mais precisam, para aqueles que têm menos renda e não conseguem, com sua renda, comprar uma casa”.

Moradias

Cada apartamento possui dois quartos, cozinha, sala, banheiro e área de serviço. As paredes das áreas molhadas têm revestimento cerâmico, o teto tem pintura látex sobre as lajes, e as fachadas têm textura acrílica e cobertura em telha cerâmica. O local também conta com pavimentação, meio-fio, redes de água, esgotamento sanitário, drenagem, energia elétrica e equipamentos sociais.

Durante a solenidade em Juazeiro, foram assinados dois termos de compromisso no âmbito do PAC 2, no valor total de R$ 48,78 milhões, para projetos nas áreas de saneamento, urbanização e habitação. Nesses projetos estão incluídas 1,2 mil moradias do Minha Casa, Minha Vida 2, além de áreas de lazer, postos de saúde, escolas e centros culturais.



terça-feira, 13 de abril de 2010

PAC: EMPRESAS TÊM DEMANDA QUE JÁ CHEGA EM 2020


Valor Econômico -
Chico Santos


Reeleito no fim de março para um segundo mandato à frente da Associação Brasileira de Engenharia Industrial (Abemi), o executivo Carlos Maurício de Paula Barros, presidente da EBSE (grupo MPE), disse ao Valor que a combinação das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) com o aumento do conteúdo nacional nas obras e equipamentos da Petrobras -que compõem a maioria do PAC-, as empresas de construção industrial brasileiras nunca tiveram tamanho volume de obras.

Barros afirmou que chega a "ficar tonto" quando tenta fazer um levantamento detalhado do que há para fazer nos próximos cinco anos e disse que há trabalho para fazer "pelo menos até 2020". Segundo ele, "todas as empresas (do setor) hoje têm uma perspectiva que nunca tiveram, nem na década de 1970".

Somente em obras para a Petrobras, o faturamento foi multiplicado por oito em cinco anos, passando do equivalente a US$ 3 bilhões em 2003 para US$ 24 bilhões em 2008. De acordo com o executivo, em 2003 a indústria naval estava praticamente parada e muitas outras fábricas operavam com, no máximo, 30% de uso da capacidade instalada.

Hoje, em contrapartida, são mais de 40 estaleiros operando, de vários portes, e as demais empresas estão chegando ao limite de uso da capacidade. A freada provocada pela crise de 2008/2009 já está ficando para trás e Barros vê para os próximos meses o reaquecimento para além do setor petróleo, com a retomada de projetos congelados em setores como o de mineração e siderurgia.

Para dar uma dimensão da arrancada dada pelo setor de engenharia industrial, o presidente da Abemi conta que no período de quatro anos, encerrado em março de 2010, o Programa Nacional de Qualificação Profissional (PNQP), destinado ao setor petróleo, que foi gerenciado pela entidade, formou 80 mil pessoas, espalhadas por 12 Estados, em 156 categorias profissionais, das quais 86% foram empregados. Mesmo assim, a segunda fase do PNQP, que deve começar nos próximos meses, parte de uma carência de 210 mil novos profissionais, o mesmo número do início da primeira fase.

"A nossa bandeira maior chama-se conteúdo nacional", define Barros. Segundo ele, foi a elevação do conteúdo nacional mínimo de 46% para 65% nas obras da Petrobras, a partir de 2003, que desencadeou o atual ciclo de bonança. "Agora fala-se em 72%.", torce, afirmando que, se confirmado o novo piso, haverá uma nova elevação expressiva nos volumes de obras e de empregos.

Barros ressalta que em 1997, quando a empresa que dirige participou das construções das plataformas P-19, P-31 e P-34, quase todos os componentes foram comprados no exterior. "Até estruturas metálicas vieram de barcaças dos Emirados Árabes, porque não havia competitividade no Brasil", ressaltou.

Apesar de dizer que houve muito avanço, o presidente da Abemi admite que ainda há problema de competitividade. Mas reclama que o câmbio sobrevalorizado é o responsável por grande parte dessa persistência. Segundo ele, com o câmbio na casa de R$ 1,70 não dá para competir com países como China e Índia, países onde, afirma, os custos de mão de obra são muito mais baixos do que os brasileiros.

Como resolver o problema do câmbio? Barros diz que não daria certo fazer um câmbio especial para o setor petróleo, por exemplo. O caminho, segundo ele, é sobretaxar com imposto de importação os produtos considerados artificialmente competitivos como, ressalta, "os Estados Unidos fazem com o Brasil".

segunda-feira, 22 de março de 2010

MAIS 3 MILHÕES DE RESIDÊNCIAS NO PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA DO GOVERNO LULA


Nova fase do Minha Casa, Minha Vida terá 3 milhões de unidades


'Etapa dois' deve ter uma duração de quatro anos, de 2011 a 2014

A fase dois do programa "Minha Casa, Minha Vida" deverá prever a construção de dois a três milhões de novas residências no País, informou o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (CBIC), Paulo Safady Simão na quinta. Segundo ele, que participa das discussões sobre o tema com o governo, os estudos consideram uma duração de quatro anos para a nova etapa, de 2011 a 2014.

O "Minha Casa, Minha Vida 2" deve ser mais ambicioso, beneficiando de forma mais ampla as famílias com renda até três salários mínimos. Segundo Safady, pelo menos 50% das unidades serão destinadas a essa faixa de renda. Porém, o volume pode chegar a 75%. No "Minha Casa 1", o governo definiu que 40% de 1 milhão de unidades previstas vão para o grupo até três salários. Até agora, segundo ele, foram contratadas 750 mil unidades. A contratação é a fase que antecede a construção do empreendimento.

O subsídio do Tesouro será tanto maior quanto for a meta do programa. Se o alvo for a construção de dois milhões de casas, o subsídio total do Tesouro em quatro anos - incluindo não só o grupo até três salários mínimos, mas também de três a seis - será de R$ 48 bilhões. Se a meta for de três milhões de unidades, o subsídio para os anos de 2011 a 2014 será de R$ 72 bilhões.

Fábio Graner, da Agência Estado FORTALEZA