sexta-feira, 17 de setembro de 2010

LUIS NASSIF MOSTRA A PODRIDÃO DA IMPRENSA GOLPISTA

"Empresário" fonte da Folha acabou de sair da cadeia

Alguns elementos para tentar entender essa nova denúncia da Folha:

  1. Segundo informações da própria Folha, o acusador Rubnei Quícoli já foi condenado duas vezes em São Paulo (por interceptação de carga roubada e por posse de moeda falsificada). E em 2007 passou dez meses preso. O fato de antecipar as denúncias sobre sua fonte não absolve o jornal. Pelo contrário, é agravante. Quando uma pessoa com tal currículo faz uma denúncia, é praxe de qualquer jornalismo sério ouvir as denúncias e exigir a apresentação de provas.
  2. A única prova que o tal consultor apresenta é um email marcando audiência na Casa Civil e que tem o nome de Vinicius Oliveira no C/C . Todo o restante são acusações declaratórias. Nenhum juiz do mundo tomaria como verdade acusações desacompanhadas de provas, de um sujeito que acaba de sair da cadeia.
  3. O jornal não explica como um sujeito com duas condenações criminais, que passou dez meses na prisão dois anos atrás, pilota um projeto de R$ 9 bilhões. É apostar demais na ignorância dos leitores.
  4. O BNDES é um banco técnico, constituído exclusivamente por funcionários de carreira trabalhando de forma colegiada. É impossível a qualquer pessoa – até seu presidente – influenciar a análise do comitê de crédito. Essa informação pode ser facilmente confirmada com qualquer ex-presidente do banco, de qualquer governo. É só conversar com o Luiz Carlos Mendonça de Barros, Pérsio Arida, Antonio Barros de Castro, Márcio Fortes – que foram presidentes durante o governo FHC. A ilação principal da reportagem – a de que o projeto de financiamento foi recusado pelo BNDES depois da empresa ter recusado a assessoria da Capital – não se sustenta. Coloca sob suspeita uma instituição de reconhecimento público fiando-se na palavra de um sujeito que já sofreu três condenações na Justiça e três anos atrás passou dez meses preso.
  5. Existem empresas de consultoria que preparam projetos para o BNDES e cobram entre 5 a 7% sobre o valor financiado. É praxe no mercado. Confundir essa taxa com propina é má fé. Segundo o empresário que denunciou, Israel apresentou uma proposta de acompanhamento jurídico de processos da empresa, que acabou não sendo assinado. Tudo em cima de declarações.
  6. Ninguém vai negociar propostas ocultas em reuniões formais na Casa Civil, à luz do dia. Só faltava.

Folha de S.Paulo - Perfil: Consultor teve 2 condenações na Justiça de SP -

PERFIL

Consultor teve 2 condenações na Justiça de SP

DE BRASÍLIA

O consultor Rubnei Quícoli, representante da empresa que tentava obter o financiamento no BNDES por meio da empresa de lobby Capital, foi condenado em processos movidos pela Justiça de São Paulo sob duas acusações: receptação e coação.
Quícoli recorreu ao Tribunal de Justiça de São Paulo e, em março deste ano, foi absolvido do delito de coação. A Justiça substituiu a pena de um ano de reclusão por receptação por prestação de serviços comunitários.
Quícoli foi denunciado, em maio de 2003, por ocultar "em proveito próprio e alheio" uma carga de 10 toneladas de condimentos, que "sabia ser produto de crime de roubo". Em 2000, após denúncia anônima, o consultor foi acusado de receptação de moeda falsa num posto de gasolina em Campinas.
A polícia apreendeu no posto sete notas de R$ 50,00. Quícoli afirmou não saber a procedência. Em 2007, Quícoli foi preso e passou cerca de dez meses na prisão. Os donos da EDRB, Aldo Wagner e Carlos Marcelo Mello Escarlassara, não têm passagens pela polícia nem condenações.

Fonte: luisnassif.com.br

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

DILMA VENCE A MÍDIA GOLPISTA E AVANÇA PARA VENCER NO 1º TURNO!

CNT/Sensus: Dilma Rousseff amplia a vantagem


A pesquisa do Instituto Sensus, encomendada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT), divulgada hoje (14) mostra a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, com 50,5% das intenções de voto, enquanto José Serra, do PSDB, aparece com 26,4%. A diferença chega a 24,1 pontos, levando em conta a pesquisa estimulada. Caso esses números se confirmem nas urnas, Dilma Rousseff será eleita em primeiro turno.

Na pesquisa estimulada anterior, Dilma aparecia com 46% das intenções de voto, José Serra com 28,1%. A candidata petista cresceu 6,8 pontos desde 24 de agosto, quando foi divulgado o último levantamento. O tucano teve redução de 1,7 ponto percentual.

Marina Silva ficou com 8,9% das intenções de voto nesta edição da CNT/Sensus, 0,8 ponto percentual a mais do que o alcançado anteriormente. Os candidatos Zé Maria (PSTU) e Plínio Sampaio (P-SOL) têm, cada um, 0,6% das intenções de votos.

Havendo segundo turno, Dilma venceria as eleições com 55,5% dos votos, enquanto Serra teria 32,9%. Brancos e nulos corresponderiam a 5,9%. Não responderam ou não sabem, 5,7%.

De acordo com a pesquisa espontânea, a diferença de intenção de votos entre Dilma e José Serra alcançou 21,3 pontos. A candidata do PT aparece com 44,3%, enquanto o candidato do PSDB aparece com 23% e Marina Silva com 7,1% das intenções de voto.

Segundo a pesquisa, 72,7% dos entrevistados disseram que já decidiram o seu voto. Além disso, 12,4% dos eleitores admitiram que podem mudar de opinião e 11,2% ainda não sabem em quem votar.

A 104ª Pesquisa CNT/Sensus ouviu 2 mil pessoas em 136 municípios de 24 estados, entre os dias 10 e 12 de setembro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

Fonte: Agência Brasil.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

DILMA À FRENTE DE SERRA COM MAIS QUE O DOBRO: 30% NO TRACKING IG/BAND/VOX POPULI

Veja o desempenho dos presidenciáveis nas pesquisas

Levantamentos mostram a performance dos candidatos à Presidência da República na eleição 2010

O BRASIL DO DESENVOLVIMENTO!


O crescimento econômico reduziu a jornada de trabalho do brasileiro. Em dois anos, o número de ocupados nas principais regiões metropolitanas que cumprem jornada semanal superior às 44
horas previstas na Constituição caiu quase quatro pontos percentuais. Do total de ocupados, 32% trabalhavam 45 horas ou mais por semana em julho de 2008. Dois anos depois, em julho deste ano, o número de trabalhadores nessa situação recuou para 28,6%, segundo levantamento do Valor a partir de dados de três pesquisas do IBGE.

O crescimento econômico está reduzindo a jornada de trabalho do brasileiro. Em dois anos, o número de ocupados nas seis principais regiões metropolitanas do país, que cumprem jornada semanal superior às 44 horas previstas na Constituição, caiu quase quatro pontos percentuais. Em julho de 2008, quando a economia avançava rápido e o mercado de trabalho estava em expansão, 32% dos ocupados trabalhavam 45 horas ou mais por semana. Dois anos depois, em julho de 2010, o número de trabalhadores nessa situação recuou para 28,6% do total, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A queda de 3,4 pontos percentuais em dois anos foi quase toda incorporada entre os ocupados nas seis regiões que trabalham entre 40 horas e 44 horas por semana, que representavam 50,1% do total de ocupados, em 2008, e hoje são 53,8%.

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada na semana passada pelo IBGE, mostra que a maior parte dos 92 milhões de trabalhadores do país cumpre jornada entre 41 horas e 44 horas. No período, pela realidade das seis regiões metropolitanas acompanhadas pela pesquisa de emprego do IBGE, a média de horas efetivamente trabalhadas caiu paulatinamente - eram 42,6 horas por semana, em julho de 2002, e em julho de 2010, último dado disponível, a média de horas trabalhadas foi de 40,6 horas.

Trata-se, no entanto, de uma realidade distinta, uma vez que contabiliza apenas os trabalhadores São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Porto Alegre, enquanto a Pnad leva em conta a situação em todo o país.

Entre 2001 e 2009, cerca de 1,6 milhão de trabalhadores deixaram de cumprir jornadas superiores ao estabelecido pela Constituição, segundo a Pnad. No entanto, 29,5 milhões ainda trabalhavam 45 horas ou mais por semana em 2009 - o equivalente a 38,5% do total de empregados. No mesmo período de comparação, o número de trabalhadores, cuja jornada não ultrapassou o teto das 44 horas, saltou 38,4%, atingindo 55,8 milhões de pessoas , o equivalente a 62,3% do total.

A média de horas trabalhadas no país tende a cair nos próximos anos, uma vez que uma série de acordos chancelados desde o início do ano prevê redução da jornada apenas a partir de 2011. É o caso do Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados (Sindpd) de São Paulo, que em março conquistou redução de jornada para 40 horas semanais a partir de janeiro de 2011. O sindicato dos metalúrgicos de Guarulhos (SP) aproveitou as conquistas em outras categorias nas negociações e, na semana passada, o sindicato acertou a redução da jornada de 44 para 42 horas, em 2011, e para 40 horas, a partir de 2012.

Várias outras categorias têm negociado, nos últimos anos, reduções efetivas da jornada semanal de trabalho. Desde setembro de 2009, os 38 mil trabalhadores das indústrias farmacêuticas de São Paulo cumprem jornada de 40 horas. Os 81 mil metalúrgicos da região do ABC paulista também têm jornada reduzida.

O coordenador de relações sindicais do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), José Silvestre, avalia que o momento é propício para acordos entre sindicatos e empresas que preveem redução de jornada, mas há um limite para tanto. "A maioria dos trabalhadores cumpre jornada superior a 40 horas semanais. Os acordos que acompanhamos nos últimos meses são pontuais, restritos às categorias com sindicatos fortes e condições setoriais para tanto", avalia Silvestre.

O equivalente a 72,1% dos trabalhadores cumprem jornada superior a 40 horas semanais - a maior parte, no entanto, 40,3% do total, está no patamar entre 40 e 44 horas. Em 2009, ainda existiam 16,5 milhões de brasileiros trabalhando 49 horas ou mais por semana, o equivalente a 17,9% do total de assalariados no país. Segundo estimativas da OIT, cerca de 22% dos assalariados no mundo trabalham 49 horas ou mais por semana.

À pedido do Valor, o Dieese preparou estudo com dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), a mais ampla pesquisa de emprego formal do Ministério do Trabalho. Os números da Rais, no entanto, não contabilizam jornadas superiores às 44 horas semanais previstas pela Constituição. A banda entre 41 horas e 44 horas semanais é a mais comum entre os trabalhadores com carteira assinada no país, sendo majoritária em sete dos oito segmentos levantados pelo Dieese.

A jornada semanal de 41 a 44 horas só não é a mais comum para os que trabalham no setor público - apenas 14,2% do total de 8,7 milhões de servidores. Por outro lado, na indústria, comércio e construção civil a "adesão" é esmagadora: respectivamente, 93,4%, 97,5% e 95,6% dos trabalhadores nos três setores cumprem jornada semanal entre 41 e 44 horas.V

JonValor Econômico

terça-feira, 7 de setembro de 2010

DILMA CHEGA A 56% NO TRACKING VOX POPULI/BAND/IG

Tracking Vox Populi/Band/iG: Dilma 56%, Serra 21%

No sétimo dia das medições do tracking Vox Populi/Band/iG para a eleição presidencial, a petista Dilma Rousseff obteve 56% e o tucano José Serra 21% das intenções de voto. Em relação ao primeiro dia da medição, no dia 1 º de setembro, a petista oscilou positivamente cinco pontos percentuais. O candidato tucano teve oscilação negativa de quatro pontos percentuais. A margem de erro é de 2,2 pontos. No dia 1º de setembro, Dilma tinha 51% e Serra 25%.

A candidata Marina Silva (PV), terceira colocada, manteve-se com 8% das intenções de voto. Brancos e nulos são 4%, indecisos somam 10%, mesmo índice do levantamento do dia anterior, e os outros candidatos têm 1%.

A pesquisa, publicada diariamente pelo iG, ouve novos 500 eleitores a cada dia. A amostra é totalmente renovada a cada quatro dias, quando são totalizados 2.000 entrevistados.

Na pesquisa espontânea, quando o nome do candidato não é apresentado ao entrevistado, Dilma oscilou positivamente um ponto e tem 45%, Serra por sua vez oscilou negativamente e marca 16%, um ponto a menos que na sondagem anterior. Marina Silva manteve-se com 6%.

A petista apresentou melhora de três pontos da região Sudeste, onde tem 49%. Serra oscilou negativamente três pontos, para 22%. Na região Centro-Oeste/Norte, Dilma passou de 55% para 54%, enquanto Serra ficou estável em 25%. Na região Sul, Dilma oscilou de 53% para 51% e Serra, de 25% para 24%. No Nordeste, Dilma passou de 71% para 70% e Serra, de 15% para 16%.

Violação de sigilo não mudou escolha

De acordo com cientistas políticos ouvidos pelo iG, o movimento apresentado pelo tracking evidencia que a violação do sigilo fiscal de pessoas ligadas ao PSDB e de Verônica Allende Serra, filha do presidenciável tucano, não interferiu na escolha do eleitor. “A Dilma ficou uma semana sob fogo cruzado, mas a crise (da quebra do sigilo) não colou na campanha”, afirma Marco Antônio Carvalho Teixeira, cientista político e pesquisador da PUC-SP e da Fundação Getúlio Vargas.

Para Murilo de Aragão, cientista político e presidente da Arko Advice Consultoria, “a maioria esmagadora dos eleitores já optou pela candidata do Lula e o episódio do sigilo, em que pese a gravidade do assunto, não teve repercussão para o eleitorado”. Segundo Aragão, os eleitores tendem a enxergar o mundo político como uma realidade à parte. E, por isso, o escândalo da violação do sigilo está distante do eleitorado.

“A tendência das eleições está dada”, afirmou o presidente da Arko Advice. Ele diz que desde o ano passado já esperava uma vitória da candidata petista no primeiro turno, mas a grande surpresa no processo eleitoral “é a tamanha vantagem da Dilma”. Com relação ao candidato tucano, Aragão vaticina: “Serra está perdido. Hoje ele é um passageiro da campanha”.

Ainda em relação ao escândalo do sigilo, Teixeira diz que “Serra deu um tiro no pé” ao atribuir a Dilma a quebra do sigilo e, logo no início, pedir ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a impugnação da candidatura petista. “Ao negar o pedido, o TSE sinalizou que o problema pode ser do PT, mas não é da campanha da Dilma”, diz o cientista político. Segundo ele, os tucanos também caíram em uma saia justa com as denúncias, no Rio Grande do Sul, de que um sargento que atuava na Casa Militar responsável pela segurança da governadora Yeda Crusius (PSDB) teria acessado dados confidenciais do candidato Tarso Genro (PT).

Murilo de Aragão também busca no passado uma explicação. “A derrota de Serra começou a ser escrita oito anos atrás”. De acordo com ele, o PSDB não traçou uma estratégia para voltar ao poder. “O PSDB se organizou apenas em torno do prestígio dos seus cardeais e não soube explorar as falhas do governo Lula”, afirma. Segundo ele, as únicas ocasiões em que os tucanos tiveram alguma chance de ganhar eleições aconteceram em “episódios fortuitos”, como o mensalão.

O presidente da Arko Advice faz uma analogia para ilustrar em que situação está a disputa eleitoral. “Imagine uma luta de boxe. A Dilma está vencendo por seis a três e falta apenas um último assalto para terminar o embate. O que ela tem que fazer é evitar o choque. E o Serra só pode vencer por nocaute”.

domingo, 5 de setembro de 2010

MERCADANTE AVANÇA EM DIREÇÃO AO 2º TURNO

Ascensão de Mercadante pode levar a 2º turno
Publicado em 04-Set-2010
Pesquisas, IBOPE e Datafolha registram redução de diferença... Duas pesquisas, a do IBOPE-O Estado de S.Paulo/Rede Globo divulgada ontem à noite e a do Datafolha publicada hoje na Folha de S.Paulo coincidem num ponto: desde a última sondagem eleitoral há uma semana, nosso candidato a governador de São Paulo, senador Aloizio Mercadante (PT e mais nove partidos aliados) reduziu em 8 pontos a vantagem que o separava do adversário, o tucano Geraldo Alckmin.

De acordo com o Datafolha, o candidato do PT subiu 4 pontos percentuais e o adversário tucano caiu 4 em relação à pesquisa anterior: agora Mercadante tem 24% das intenções de voto e Alckmin 50%, uma redução de 34% para 25% na diferença que separava o petista do tucano. Brancos e nulos somam 5% e ainda há 9% de eleitores indecisos no Estado.

Para candidatos a governador, o IBOPE/Estadão/Rede Globo - feito entre 31 de agosto e anteontem - dá numeros muito parecidos: Alckmin tem 51%; Mercadante, 20%; Celso Russomano (PP), 7%; e Paulo Skaf (PSB), 2%. Por esta do IBOPE, o número de votos brancos e nulos situa-se em torno de 8% e o de indecisos em 10%.

O presidente Lula e a candidata Dilma Rousseff intensificaram sua participação na propaganda no rádio e na TV. Ainda temos 30 dias de campanha, a militãncia petista e aliada começa a se mobilizar e ir para as ruas e o quadro desenhado pelas pesquisas se encaminha para o que tenho escrito aqui: vamos alcançar até o 1º turno os mais de 30% que sempre temos em eleição majoritária no Estado e passar para o 2º turno.

Governo tende a ganhar na maioria dos Estados


O IBOPE já divulgou a pesquisa para governador realizada em mais quatro Estados além de São Paulo. Em Minas, Antônio Anastasia, governador tucano candidato à reeleição tem 35% e Hélio Costa (PMDB-PT) 33%. Num 2º turno, Anastasia teria 37% e Hélio 36%. Ainda é alto o número de eleitores indecisos nas Geraes: 21%.

No Rio de Janeiro, o governador candidato à reeleição, Sérgio Cabral (PMDB-PT) lidera com 58%, em 2º lugar está o deputado Fernando Gabeira (PV-PSDB-DEM-PPS)com 15%. No Rio, brancos e nulos somam 11% e indecisos 10%. Em Brasília, uma grande virada: nosso candidato, ex-ministro Agnelo Queiroz assumiu liderança com 40% e desbancou o ex-governador Joaquim Roriz (PSC-PSDB) com 32%. No Distrito Federal, brancos e nulos totalizam 10% e indecisos 14%.

Já em Pernambuco, o governador postulante à reeleição, Eduardo Campos (PSB-PT) pinta como um dos campeões de votos entre os concorrentes ao cargo no Brasil. Ele já tem 73% em Pernambuco contra 17% do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB serrista). Em Pernambuco, brancos e nulos restringem-se a 4% e os indecisos a 5%.

Fonte: zedirceu.com.br

A MÍDIA GOLPISTA PREPARA O SEU PRÓPRIO FIM - do blog do ZÉDIRCEU

No vale tudo, Serra transgride a lei

Publicado em 05-Set-2010
É indiscutível que foi tomada com base legal, inteiro respaldo na legislação, a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que retirou do ar parte da propaganda na TV do candidato da oposição a presidente da República, José Serra (PSDB-DEM-PPS). Nela, Serra "expõe o eleitor a uma informação falsa sobre o quadro da disputa eleitoral", numa manipulação grosseira em que exibia imagens do ex-presidente e senador Fernando Collor de Melo (PTB-AL).

É indiscutível que foi tomada com base legal, inteiro respaldo na legislação, a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que retirou do ar parte da propaganda na TV do candidato da oposição a presidente da República, José Serra (PSDB-DEM-PPS). Nela, Serra "expõe o eleitor a uma informação falsa sobre o quadro da disputa eleitoral", numa manipulação grosseira em que exibia imagens do ex-presidente e senador Fernando Collor de Melo (PTB-AL).

A propaganda de Serra exibia vídeo do senador discursando em público, em um comício de sua campanha a governador de Alagoas. Ao acolher a representação da coligação "Para o Brasil Continuar Mudando", o ministro-relator da ação no TSE, Joelson Dias, afirma que de acordo com a legislação, em propaganda em comerciais de natureza eleitoral não podem ser veiculadas cenas externas.

"Verifico estarem presentes os requisitos a amparar a pretensão relativa à medida liminar, visto que, aparentemente, a inserção impugnada teria mesmo se valido de gravação externa o que é vedado pelo artigo 51, IV, da Lei nº 9.504/97", escreveu o ministro Joelson Dias na sentença em que determinou a suspensão desta propaganda.

Só mesmo o desespero de Serra com o despencar contínuo de sua candidatura nas pesquisas e ante a iminência da derrota pode explicar uma transgressão tão elementar da lei eleitoral. Legislação, aliás, idealizada e aprovada pelos tucanos anos atrás para impedir que o PT - então na oposição - exibisse na propaganda no rádio e na TV, em disputas presidenciais anteriores, as gigantescas manifestações populares que marcavam as campanhas eleitorais do presidente Lula.

Fonte: zedirceu.com.br